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sábado, 15 de abril de 2017
terça-feira, 5 de julho de 2016
“A motivação para o trabalho dos voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa ” Licínia Ramos Amorim - 2015
Licínia Ramos
Amorim
Dissertação apresentada ao Instituto Politécnico de Viana do Castelo para obtenção do Grau de Mestre em Gestão das Organizações, Ramo Gestão de Empresas
Dissertação apresentada ao Instituto Politécnico de Viana do Castelo para obtenção do Grau de Mestre em Gestão das Organizações, Ramo Gestão de Empresas
Orientada pelo Professor Doutor Paulo Rodrigues
Viana do Castelo,
Abril, 2015
Viana do Castelo,
Abril, 2015
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4 -
Para uma perspetiva geral do voluntariado
4.
1. Pressupostos de uma Política de Voluntariado
Atualmente e apesar da disseminação cada vez maior de
organismos de ação
voluntária poucos estudos se têm realizado sobre este
fenómeno no nosso país. Como se define então o voluntariado?
O que significa ser voluntário hoje? Quem são?
Costuma referir-se como voluntário qualquer pessoa
que, no sentido de ajudar o seu semelhante, o faz sem ter em vista a obtenção
de qualquer tipo de remuneração ou lucro.
O Concelho da Europa define o trabalho Voluntário como
“...aquele que é realizado de modo desinteressado, por
pessoas que, por sua própria iniciativa participam na ação social."
(Recomendação nº R(85)9 do Comité de Ministros de
21/6/85).
Quem realiza então ações de forma voluntária? O que os
define e caracteriza?
No primeiro Colóquio Europeu de Voluntariado, Armando
Cardoso Soares, definia o voluntariado da seguinte forma:
“O Voluntário só pode ser entendido como
pessoa simples, que se doa na entrega à causa humanitária, de verdadeira
solidariedade para com o seu semelhante, sem procurar honrarias e
renunciando até de si próprio."(Soares, 1984, p. 4).
Alguns anos mais tarde, na sua definição de
voluntariado não esquece de referir o contributo do trabalho voluntário para a
economia das Nações:
“O voluntariado não é uma espécie de panaceia,
mas sim uma garantia na comparticipação da vida de quem governa uma Nação,
traduzindo-se não só numa poderosa economia do Estado, em valor que não deve
ser contabilizado, mas sim apreciado na sua dimensão social e
humana."(Soares, 1987, p. 2).
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Temas:
C N Voluntariado,
Voluntariado
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Centro Nacional de Voluntariado tem novos órgãos sociais e Sócio honorário para Comandante Armando Cardoso Soares
Centro Nacional de Voluntariado
tem novos órgãos sociais
O Centro Nacional de Voluntariado
(CNV) foi fundado em 1987 e é membro permanente da Association pour le Voluntariat à l’Acte
Gratuit en Europe. No passado dia 26 de Janeiro, elegeu em
Assembleia-Geral Extraordinária, os Corpos Sociais para o triénio de 2013-2015.
São eles:
Assembleia-Geral
Segismundo
Ramires Pinto (Presidente)
Ibrantina
Rodrigues Marques (1º Secretário)
António
Carlos Assis Guerreiro (2º Secretário)
Direcção
Vítor
Escudero (Presidente)
José
Sesifredo Estevéns Colaço (Vice-Presidente)
Vanda
Cristina Quaresma Costa Campos (1º Secretário)
António
Martins (Tesoureiro)
Benito
Martinez (Vogal)
Sérgio
Avelar Duarte (1º Suplente)
Lourenço
Correia de Matos (2º Suplente)
Mafalda
Sofia Dias Marques E. de Campos (3º Suplente)
Conselho Fiscal
Cónego
Armando Duarte (Presidente)
Simão
Luís Escudero de Campos (Vogal)
Carlos
Aguiar Gomes (Vogal)
Ana
Cristina Nunes Martins (1º Suplente)
Ana
Aurora Vieira Colaço (2º Suplente)
Ulisses
Rolim (3º Suplente)
No mesmo consílio foram aprovadas
pela unanimidade dos votos expressos e aclamação, as propostas de eleição
de Sócios Honorários a favor de Maria Luísa Barros Machado (a
título póstumo); Ibrantina Rodrigues Marques; Comandante Armando Cardoso Soares (a título póstumo); Arquitecto
Segismundo Manuel Peres Ramires Pinto e, na qualidade de Presidente de Honra
Dom Miguel de Bragança, Infante de Portugal e Duque de Viseu.
Temas:
C N Voluntariado
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