segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Dia Mundial do Voluntariado - 1988 - I

Decorreu nos dias 5 e 6 de Dezembro de 1988, o Encontro do Voluntariado, no Palácio Foz, Lisboa e no âmbito do Dia Mundial do Voluntariado.
Sessão solene de abertura estando no uso da palavra Dr. José de Oliveira Branquinho Lobo, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna.
Estão presentes, da esquerda para a direita, Dr. Francisco Rodrigues Porto presidente da Comissão Instaladora do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa, Dra Maria Elisa Pimenta, da Association pour le Voluntariat en Europe, Comandante Armando Cardoso Soares, Presidente do Centro Nacional de Voluntariado e o padre Dr. Vítor Melícias, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e Capelão da Liga dos Bombeiros Portugueses.
No uso da palavra, Dra Maria Elisa Pimenta, da Association pour le Voluntariat en Europe.
Comandante Armando Cardoso Soares em entrevista a uma jornalista da Rádio Renascença.
Fonte: Jornal Bombeiros de Portugal - Dezembro de 1988

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

1975 - Guerra Civil em Angola - Agradecimento da Cruz Vermelha Internacional

A sua colaboração à Cruz Vermelha Internacional, foi uma constante da sua vida, em especial no ano de 1975.

Saudade III

A saudade é a maior prova do que o passado valeu a pena.


Autor desconhecido

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Amália

Resolvi colocar música no Blogue.
Claro que só podia ser a Amália Rodrigues.
O Pai gostava de Fado cantado pela Amália.
Quantas vezes acordei, aos domingos, ao som da Amália? Muitas!
E aquele autógrafo dado pela fadista ao Pai, no punho da camisa? Nunca mais a vestiu e guardou-a religiosamente no guarda-fatos.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Saudade II

"Noite. Oh! Saudade!... A dolorosa rama / Da árvore aflita pelo chão derrama / As folhas, como lágrimas... Lembrar!"

Olavo Bilac - Poeta Brasileiro

Saudade I

Saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente, acompanhado de um desejo de revê-lo ou possuí-lo. Uma única palavra para designar todas as mudanças desse sentimento é quase exclusividade do vocabulário da língua portuguesa em relação às línguas românicas; há mesmo um mito de que seja intraduzível. Porém, assim não acontece no que diz respeito à língua romena, em que existe a palavra "dor", correspondente semântico perfeito da "saudade" portuguesa (em romeno, a palavra portuguesa "dor" traduz-se por "durere"). Em galego existe a mesma palavra saudade, por vezes na variante soidade; os galegos também usam a palavra morriña ou morrinha com um significado parcialmente coincidente. Em crioulo cabo-verdiano existe a palavra sodade ou sodadi, directamente derivada da portuguesa saudade e com o mesmo significado.
Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra "saudade" como a sétima palavra de mais difícil tradução[1].
Pode-se sentir saudade de muita coisa:
de alguém falecido.
de alguém que amamos e está longe ou ausente.
de um amigo querido.
de alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
de alguém que não conversamos há muito tempo.
de sítios (lugares).
de comida.
de situações.
A expressão "matar a saudade" (ou "matar saudades") é usada para designar o desaparecimento (mesmo temporário) desse sentimento. É possível "matar a saudade", e. g., relembrando, vendo fotos ou vídeos antigos, conversando sobre o assunto, reencontrando a pessoa que estava longe etc. "Mandar saudades", por exemplo no sul de Portugal, significa o mesmo que mandar cumprimentos.
A saudade pode gerar sentimento de angústia, nostalgia e tristeza, e quando "matamos a saudade" geralmente sentimos alegria.
Em Portugal, o Fado está directamente associado com este sentimento. Do mesmo modo, a sodade cabo-verdiana está intimamente ligada ao género musical da morna.

In Wikipédia - a enciclopédia livre

O novo Quartel dos B V Dafundo - O seu grande orgulho



Entrevista publicada na Revista "Oeiras Municipal" nº 52 de Março de 1997

















segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

1971 - De pequenino é que se torce o pepino - cadetes dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira - Angola

Os primeiros cadetes dos B.V. Sá da Bandeira.
Talvez uma das primeiras Corporações de Bombeiros de Angola a ter infantis e cadetes nos seus quadros.

 Sou o primeiro à esquerda e em baixo.


Eis a lista dos bravos.

domingo, 6 de janeiro de 2008

O Começo

Para os meus Manos

Vamos arregaçar as mangas e começar a juntar a documentação, testemunhos, fotos, videos, etc, do nosso Pai para que o seu exemplo perdure.

Beijos


Xinho