domingo, 9 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
A fotografia mais bela
Para a construção deste Blogue, nestes últimos 2 meses, tenho visto muitas fotografias, muitos recortes, jornais, revistas e também, feito muita pesquisa na Internet.
Das fotografias vistas, a maior parte já conhecia. No entanto, esta, é para mim uma das mais belas, senão a mais bela.
Porque, para além de ter captado o exacto momento dos salpicos de champanhe, estão nela as Pessoas, a Instituição que marcaram a minha infância, adolescência e que continuam a marcar o resto da minha vida.
O Pai, embora não esteja completamente visível, é uma das figuras centrais da foto, pela maneira como segura o braço de minha irmã, amparando-a.
A minha irmã Didium, que se encolhe com algum receio, mas que exprime alegria, pelo seu sorriso, igual ao da nossa Mãe.
O Ajudante de Comando, Álvaro Silva, que foi o braço direito do Pai e simboliza os Bombeiros de Sá da Bandeira, Instituição que me habituei a respeitar desde muito pequeno.
Temas:
B V Sá da Bandeira,
Família
sábado, 23 de fevereiro de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Congresso Extraordinário dos Bombeiros Portugueses - Loures - 1984
Com o tema " Análise da viabilização económico-financeira das Corporações de Bombeiros", realizou-se este Congresso Extraordinário em que o Pai participou como membro do Conselho Fiscal da Liga dos Bombeiros Portugueses.
Foto publicada no jornal "Bombeiros de Portugal", nº 10 de 10 de Setembro de 1984.
Temas:
1984,
B V Dafundo,
Congressos
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Comandante Jornalista
Desde a sua fundação (1982), e durante vários anos, o Pai foi chefe de redacção do Jornal "Bombeiros de Portugal".
Temas:
Liga dos Bombeiros
Começámos a esvaziar o gabinete do Pai
Algum dia teria que ser.
E foi hoje.
Lá se começou a retirar a imensidão de diplomas, louvores, condecorações, ofertas, medalhões, participações em seminários, colóquios, cursos... a maior parte deles o Pai sempre os teve em casa. Outra parte estava no Gabinete que tinha nos Bombeiros Voluntários do Dafundo enquanto Presidente da Direcção.
Eu, a minha mãe, o meu irmão Xinho e a minha cunhada Emanuela com a presença do velho amigo Comandante Carlos Jaime. No fundo também ele era como um filho do meu Pai. E é da família. De resto, os Bombeiros do Dafundo serão sempre a minha segunda casa.
Agora é um longo caminho a catalogar, inventariar, classificar tudo. Mais entrevistas, recortes de revistas, publicações... de facto desde os anos 80 que o Curriculum do Pai não anda direito.
Vale a pena travar este caminho. Só juntando tudo é que se tem uma noção clara da dimensão do Homem e da sua obra. E assim organizando-a, servirá para o olhar mais ou menos atento das gerações vindouras.
Mas lá que me custou ver as paredes vazias custou. Não pelas paredes em si. Mas pelo que significava. Mas há que seguir em frente.
Já bem basta a farda dele de Angola, que orgulhosamente representa Portugal num Museu no Japão, com direito a condecoração do Estado Japonês ao Pai.
É tempo de juntar tudo. E depois, só então depois se decidir qual o melhor e mais digno rumo a dar a tudo.
Publicada por Mandinho Dom 09-02-08 às 00:01:00 AM
E foi hoje.
Lá se começou a retirar a imensidão de diplomas, louvores, condecorações, ofertas, medalhões, participações em seminários, colóquios, cursos... a maior parte deles o Pai sempre os teve em casa. Outra parte estava no Gabinete que tinha nos Bombeiros Voluntários do Dafundo enquanto Presidente da Direcção.
Eu, a minha mãe, o meu irmão Xinho e a minha cunhada Emanuela com a presença do velho amigo Comandante Carlos Jaime. No fundo também ele era como um filho do meu Pai. E é da família. De resto, os Bombeiros do Dafundo serão sempre a minha segunda casa.
Agora é um longo caminho a catalogar, inventariar, classificar tudo. Mais entrevistas, recortes de revistas, publicações... de facto desde os anos 80 que o Curriculum do Pai não anda direito.
Vale a pena travar este caminho. Só juntando tudo é que se tem uma noção clara da dimensão do Homem e da sua obra. E assim organizando-a, servirá para o olhar mais ou menos atento das gerações vindouras.
Mas lá que me custou ver as paredes vazias custou. Não pelas paredes em si. Mas pelo que significava. Mas há que seguir em frente.
Já bem basta a farda dele de Angola, que orgulhosamente representa Portugal num Museu no Japão, com direito a condecoração do Estado Japonês ao Pai.
É tempo de juntar tudo. E depois, só então depois se decidir qual o melhor e mais digno rumo a dar a tudo.
Publicada por Mandinho Dom 09-02-08 às 00:01:00 AM
Temas:
Saudade
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Elogio aos Bombeiros de Sá da Bandeira e ao seu Comandante - 1968
Ao longo de mais de cinquenta anos, teve o Pai muitos elogios, condecorações, louvores. Num dos meus posts anteriores, coloquei um elogio já depois da Independência. Este é do Inspector dos Incêndios de Angola, em 1968, que vai ao encontro do que aqui se tem escrito. O Voluntariado que abraçou, não tinha cores políticas, de pele ou de religião. O que está correcto, mas infelizmente na nossa história recente, com outros, nem sempre isso aconteceu.

Temas:
1968,
B V Sá da Bandeira
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
A nobreza de um Homem

A exemplo dos meus irmãos Xinho e Mandinho, escrevo umas linhas sobre o que eles publicaram.
«Dar sem esperar receber» foi o lema que norteou o Pai, enquanto abraçou a vida e a nobre causa do Voluntariado. Considero de grande dignidade, carácter, altruísmo, alguém que se «atira» para ajudar outro alguém, sem esperar nada em troca.
O Pai é o exemplo de um homem com todas aquelas características e obviamente passou aos filhos parte dessa nobreza de carácter.
Estou orgulhosíssima dele e de todas as homenagens que lhe foram e têm sido feitas.
Pensar que ESTE HOMEM é o nosso Pai!
Temas:
Família,
Voluntariado
Cumprir a missão para a qual estamos destinados

Ao ler este "último post" do meu querido irmão "Xinho", não consegui deixar de me inspirar para este que agora coloco.
E é exactamente sobre a transversalidade do voluntariado, da missão que o pai abraçou enquanto esteve fisicamente entre nós.
Isso recoloca-me entre pensamentos que tenho tido sobre o meu próprio papel "entre nós, por cá".
A minha paixão pela música (tanta que é, que não posso viver dela, precisamente porque para isso teria que fazer "cedências" - assim é quando de uma profissão se trata, daquela que nos sustenta ao fim de cada mês - e para essas não estou eu disposto naquilo que mais amo na vida), é muito derivada de na arte conseguimos juntar "todos". Brancos, pretos, de esquerda ou de direita, católicos, agnósticos ou satânicos.
E pensando no Pai e na obra que ora nos deixa e no pensamento que cultivou, vamos de encontro à nobreza da missão de não excluindo absolutamente ninguém, "fazer o bem sem olhar a quem".
Que de mais puro existe que oferecermos a nossa vida sem ponderação e sem questionar, a quem possamos pura e simplesmente nem sequer conhecer?
De facto abraçar uma causa dessas anos a fio, a todos tratando como camaradas por igual é uma imagem inspiradora.
Experimentei diversas vezes essa sensação, não na política mas através da música. Na construção de uma frase rítmica, na execução de um solo, num concerto. Não sacrificando a vida obviamente, mas em simbiose com o cosmos.
E quando tocamos verdadeiramente TODOS, aí sim a sensação é sublime!
Dá que pensar...
E é exactamente sobre a transversalidade do voluntariado, da missão que o pai abraçou enquanto esteve fisicamente entre nós.
Isso recoloca-me entre pensamentos que tenho tido sobre o meu próprio papel "entre nós, por cá".
A minha paixão pela música (tanta que é, que não posso viver dela, precisamente porque para isso teria que fazer "cedências" - assim é quando de uma profissão se trata, daquela que nos sustenta ao fim de cada mês - e para essas não estou eu disposto naquilo que mais amo na vida), é muito derivada de na arte conseguimos juntar "todos". Brancos, pretos, de esquerda ou de direita, católicos, agnósticos ou satânicos.
E pensando no Pai e na obra que ora nos deixa e no pensamento que cultivou, vamos de encontro à nobreza da missão de não excluindo absolutamente ninguém, "fazer o bem sem olhar a quem".
Que de mais puro existe que oferecermos a nossa vida sem ponderação e sem questionar, a quem possamos pura e simplesmente nem sequer conhecer?
De facto abraçar uma causa dessas anos a fio, a todos tratando como camaradas por igual é uma imagem inspiradora.
Experimentei diversas vezes essa sensação, não na política mas através da música. Na construção de uma frase rítmica, na execução de um solo, num concerto. Não sacrificando a vida obviamente, mas em simbiose com o cosmos.
E quando tocamos verdadeiramente TODOS, aí sim a sensação é sublime!
Dá que pensar...
Publicada por Mandinho ter 05-02-2008 0:53
Temas:
Família,
Voluntariado
sábado, 2 de fevereiro de 2008
1976 - Tribunal Judicial da Comarca da Huíla - ao Camarada Comandante dos B V Lubango
Desde pequeno que ouvia o Pai tratar todos os Bombeiros por camaradas, no sentido de pertencerem à mesma associação. Depois do 25 de Abril, modificou-se o uso da palavra, pois camarada significa ser-se militante do Partido Comunista.
Em 1976, data desta carta, Angola estava em pleno período revolucionário, com ligações à ex. União Soviética, o que explica o Camarada Comandante.
Mas, o que quero realçar ao colocar aqui esta carta, é a entrega absoluta do Pai ao Voluntariado, em especial aos Bombeiros Voluntários, nunca olhando às cores políticas, à cor da pele das pessoas, nem à sua religião. Tratava-os de igual modo.
Foi a maior herança que ele me deixou.
Temas:
1976,
B V Sá da Bandeira,
Sá da Bandeira/Lubango
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Um grande Bombeiro Português oriundo de Angola
Talvez a sua última grande entrevista.
Publicada na Revista dos Bombeiros nº 13 de Março/Abril de 2002.
A ler com atenção, pois para além da sua história passada, que eu tenho estado a colocar neste Blogue, frisa o seu orgulho nos homens que incorporam os Bombeiros Voluntários do Dafundo e, demonstra alguma inquietude no futuro do Voluntariado em Portugal.




quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Saudades
Temos saudades do Arq. José Frederico Bravo de Drummond Ludovice (nosso Tio Zé).
O Tio Zé era um homem culto, amável, delicado, e era adorado por todos (família, amigos, alunos).
Era reconhecido o seu talento nas artes (arquitectura, música,...), e deixou a sua marca indelével em Sá da Bandeira/Lubango, com as suas obras espalhadas pela cidade e que ainda hoje são o orgulho das suas gentes.
O Tio Zé era um homem culto, amável, delicado, e era adorado por todos (família, amigos, alunos).
Era reconhecido o seu talento nas artes (arquitectura, música,...), e deixou a sua marca indelével em Sá da Bandeira/Lubango, com as suas obras espalhadas pela cidade e que ainda hoje são o orgulho das suas gentes.
Quis o seu filho Leopoldo Ludovice (nosso Léo), colocar a sua obra em Arquitecto José Ludovice, onde ficamos a conhecê-lo melhor.
Sabendo que o Pai tinha pelo Tio, amizade, consideração e orgulho por terem pertencido à mesma família, fica esta pequena homenagem ao nosso Tio Zé.
Foto tirada em 21-01-1969, num jantar do Rotary Club de Sá da Bandeira, sendo o Tio o primeiro da esquerda, e o Pai, o quinto da direita.
Em 2002, amena cavaqueira com a nova geração, seu sobrinho-neto André.
Temas:
Família,
Sá da Bandeira/Lubango,
Saudade
B V Dafundo
Acompanhei de perto, o período da vida do Pai, em que não esteve ligado a nenhuma Corporação de Bombeiros. Tinha vindo definitivamente de Angola, onde pertenceu aos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira, primeiro como membro da Direcção, Presidente da Direcção, 2º Comandante e 1º Comandante, durante cerca de 22 anos.
As voltas da vida quiseram, que nós fossemos morar para Linda-a-Velha, e que fosse convidado para Comandante dos Bombeiros Voluntários do Dafundo, passado muito pouco tempo de estar sem farda.
Sabíamos que ia ser assim. Já não conseguia viver sem os Bombeiros. Ficou cerca de 28 anos.
As voltas da vida quiseram, que nós fossemos morar para Linda-a-Velha, e que fosse convidado para Comandante dos Bombeiros Voluntários do Dafundo, passado muito pouco tempo de estar sem farda.
Sabíamos que ia ser assim. Já não conseguia viver sem os Bombeiros. Ficou cerca de 28 anos.
Fica, então, esta homenagem aos B.V. Dafundo, com fotos de um dos seus carros mais antigos, e talvez o mais bonito a nível nacional.
Foto tirada por Luís Miguel Inês e colocada em http://olhares.aeiou.pt/automoveis_antigos_17/foto1230652.html
Foto da família, tirada em 09.04.1989, com 2 dos seus netos (Hugo e André), num dia de comemoração do aniversário da Corporação.
Foto de origem desconhecida, tirada em pleno andamento com condução de orgulhosos Bombeiros.
Temas:
B V Dafundo
Subscrever:
Mensagens (Atom)





.jpg)
.jpg)









.jpg)
