quarta-feira, 12 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Violento Incêndio - 03 de Abril de 1972 - Lubango Angola
A foto (tirada por um grande fotógrafo (Avelino Nóbrega), não está muito nítida (culpa da impressão), e só dá conta do rescaldo, com o Pai no seu centro. Aqui, os Bombeiros foram mais rápidos do que o fotógrafo.
domingo, 9 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
A fotografia mais bela
O Pai, embora não esteja completamente visível, é uma das figuras centrais da foto, pela maneira como segura o braço de minha irmã, amparando-a.
A minha irmã Didium, que se encolhe com algum receio, mas que exprime alegria, pelo seu sorriso, igual ao da nossa Mãe.
O Ajudante de Comando, Álvaro Silva, que foi o braço direito do Pai e simboliza os Bombeiros de Sá da Bandeira, Instituição que me habituei a respeitar desde muito pequeno.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Congresso Extraordinário dos Bombeiros Portugueses - Loures - 1984
Foto publicada no jornal "Bombeiros de Portugal", nº 10 de 10 de Setembro de 1984.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Comandante Jornalista
Começámos a esvaziar o gabinete do Pai
E foi hoje.
Lá se começou a retirar a imensidão de diplomas, louvores, condecorações, ofertas, medalhões, participações em seminários, colóquios, cursos... a maior parte deles o Pai sempre os teve em casa. Outra parte estava no Gabinete que tinha nos Bombeiros Voluntários do Dafundo enquanto Presidente da Direcção.
Eu, a minha mãe, o meu irmão Xinho e a minha cunhada Emanuela com a presença do velho amigo Comandante Carlos Jaime. No fundo também ele era como um filho do meu Pai. E é da família. De resto, os Bombeiros do Dafundo serão sempre a minha segunda casa.
Agora é um longo caminho a catalogar, inventariar, classificar tudo. Mais entrevistas, recortes de revistas, publicações... de facto desde os anos 80 que o Curriculum do Pai não anda direito.
Vale a pena travar este caminho. Só juntando tudo é que se tem uma noção clara da dimensão do Homem e da sua obra. E assim organizando-a, servirá para o olhar mais ou menos atento das gerações vindouras.
Mas lá que me custou ver as paredes vazias custou. Não pelas paredes em si. Mas pelo que significava. Mas há que seguir em frente.
Já bem basta a farda dele de Angola, que orgulhosamente representa Portugal num Museu no Japão, com direito a condecoração do Estado Japonês ao Pai.
É tempo de juntar tudo. E depois, só então depois se decidir qual o melhor e mais digno rumo a dar a tudo.
Publicada por Mandinho Dom 09-02-08 às 00:01:00 AM
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Elogio aos Bombeiros de Sá da Bandeira e ao seu Comandante - 1968

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
A nobreza de um Homem

Cumprir a missão para a qual estamos destinados

E é exactamente sobre a transversalidade do voluntariado, da missão que o pai abraçou enquanto esteve fisicamente entre nós.
Isso recoloca-me entre pensamentos que tenho tido sobre o meu próprio papel "entre nós, por cá".
A minha paixão pela música (tanta que é, que não posso viver dela, precisamente porque para isso teria que fazer "cedências" - assim é quando de uma profissão se trata, daquela que nos sustenta ao fim de cada mês - e para essas não estou eu disposto naquilo que mais amo na vida), é muito derivada de na arte conseguimos juntar "todos". Brancos, pretos, de esquerda ou de direita, católicos, agnósticos ou satânicos.
E pensando no Pai e na obra que ora nos deixa e no pensamento que cultivou, vamos de encontro à nobreza da missão de não excluindo absolutamente ninguém, "fazer o bem sem olhar a quem".
Que de mais puro existe que oferecermos a nossa vida sem ponderação e sem questionar, a quem possamos pura e simplesmente nem sequer conhecer?
De facto abraçar uma causa dessas anos a fio, a todos tratando como camaradas por igual é uma imagem inspiradora.
Experimentei diversas vezes essa sensação, não na política mas através da música. Na construção de uma frase rítmica, na execução de um solo, num concerto. Não sacrificando a vida obviamente, mas em simbiose com o cosmos.
E quando tocamos verdadeiramente TODOS, aí sim a sensação é sublime!
Dá que pensar...
Publicada por Mandinho ter 05-02-2008 0:53
sábado, 2 de fevereiro de 2008
1976 - Tribunal Judicial da Comarca da Huíla - ao Camarada Comandante dos B V Lubango
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Um grande Bombeiro Português oriundo de Angola




quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Saudades
O Tio Zé era um homem culto, amável, delicado, e era adorado por todos (família, amigos, alunos).
Era reconhecido o seu talento nas artes (arquitectura, música,...), e deixou a sua marca indelével em Sá da Bandeira/Lubango, com as suas obras espalhadas pela cidade e que ainda hoje são o orgulho das suas gentes.
Foto tirada em 21-01-1969, num jantar do Rotary Club de Sá da Bandeira, sendo o Tio o primeiro da esquerda, e o Pai, o quinto da direita.
Em 2002, amena cavaqueira com a nova geração, seu sobrinho-neto André.
B V Dafundo
As voltas da vida quiseram, que nós fossemos morar para Linda-a-Velha, e que fosse convidado para Comandante dos Bombeiros Voluntários do Dafundo, passado muito pouco tempo de estar sem farda.
Sabíamos que ia ser assim. Já não conseguia viver sem os Bombeiros. Ficou cerca de 28 anos.
Foto tirada por Luís Miguel Inês e colocada em http://olhares.aeiou.pt/automoveis_antigos_17/foto1230652.html
Foto da família, tirada em 09.04.1989, com 2 dos seus netos (Hugo e André), num dia de comemoração do aniversário da Corporação.
Foto de origem desconhecida, tirada em pleno andamento com condução de orgulhosos Bombeiros.segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
3 Horas Internacionais da Huíla
- Nos anos sessenta, o Pai é o delegado em Sá da Bandeira do ATCA - Automóvel e Touring Clube de Angola, que era quem atribuía as licenças aos "aceleras" e dava todo o tipo de apoio nas provas realizadas, quer rallyes, quer circuitos. Ora desde pequeno que me habituei a ver todo o tipo de material ligado ao automobilismo, nomeadamente revistas da especialidade;
- Nos anos sessenta e setenta, em todas as provas realizadas, os Bombeiros tinham que estar presentes, logo o Pai também estava, logo eu, também, estava.
- Quem foi que me apresentou ao Zé Caputo, o ídolo "chicoronho" dos anos sessenta, conduzindo o seu Cooper S? Quem foi que me apresentou o Nicha Cabral, ídolo português que conduzia BMWs, Lolas, e que ganhou várias corridas, inclusive as 3 Horas da Huíla? Foi o PAI!!

Bonito cartaz alusivo às 3 Horas Internacionais da Huíla e ao XIX Rallye de Sá da Bandeira..jpg)
Anúncio mandado publicar pelo Pai, na Revista referente à apresentação do Rallye de Sá da Bandeira de 1964.
Foto do grande Nicha Cabral na curva "João de Almeida", onde ao fundo se pode ver 2 carros dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira.
Foto publicada em http://www.nossoskimbos.net/
domingo, 27 de janeiro de 2008
XIX Congresso Nacional dos Bombeiros Portugueses - Aveiro - 1970
Primeiro, porque discursa em nome de todos as Corporações de Bombeiros em Angola.
Segundo, porque teve imediatismo jornalístico (jornais, rádio e televisão), pelas referências na carta, em que o Pai me responde sobre o seu discurso, que ouvi na Rádio Clube da Huíla e me transmite, que a TV passou o seu discurso.
A carta foi escrita já depois do Congresso terminar, em que responde à minha alusão sobre o seu estado de espírito durante o discurso, e que me dá conta dos meus pedidos feitos antes de viajar para Aveiro.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Ao nosso Pai!
Não serás esquecido!
Nós, como tu tantas vezes dizias : «Cá estamos!»
10º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira - 1965

Não ouvi nem li, todos os discursos do Pai, mas este é para mim, um discurso importante, atendendo à época, bem estruturado, e que vale a pena ser lido. Ficará, sem dúvida, a fazer parte do seu património intelectual.


sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Filhos de Peixe (não) sabem nadar
O filho mais velho, na qualidade de membro da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira, a colocar as novas divisas a um Bombeiro.
O quarto filho e segundo na hierarquia masculina (eu), nesta foto orgulhoso pela distinção. Primeiro, quem lhe coloca as divisas de cadete dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira, é o nosso querido Ajudante de Comando, Álvaro Silva. Segundo pelo cumprimento da ilustre jornalista Maria Fernanda. Terceiro, pelo olhar comovido do Comandante (Pai).







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