domingo, 21 de junho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
O Pai Natal
A 11 de Dezembro de 2007, era declarado o fim do Natal como o conhecia. Terminava uma era e instalava-se uma nova etapa.
Fazer o Natal sem o meu Pai Natal, tem sido uma tarefa árdua e difícil.
Onde encontrava alegria, agora sinto alguma tristeza, mas que não permito que se instale em mim. É um combate feroz e diário, esse.
O Pai Natal partia e levava com ele o miúdo que fui, até esse momento.
Guardo todavia o espírito de criança, preservo as memórias e tento no meu dia dia honrar o legado que assumo.
Seria talvez demais para o miúdo... mas o miúdo partiu, também.
E quem cá ficou, permanece forte, ciente da responsabilidade e procura o sorriso perdido, todos os dias e todos os momentos. Nas coisas mais simples.
Uma vezes com sucesso... outras não.
Feliz Natal, Pai!
Beijos do teu Mandinho.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
XXVII Congresso Nacional dos Bombeiros Portugueses - Cascais - 1 a 5 de Outubro de 1986
Da esquerda para a direita: Fernando Sá, Armando Cardoso Soares, Alice Rangel e Américo Mateus.
Responsáveis pela comunicação social da Liga dos Bombeiros Portugueses.
Responsáveis pela comunicação social da Liga dos Bombeiros Portugueses.
Temas:
1986,
Congresso Cascais 1986,
Liga dos Bombeiros
terça-feira, 1 de julho de 2014
sábado, 21 de junho de 2014
OITENTA E OITO
Pai, hoje farias 88 anos. Uma capicua!
Hoje é pois: um dia assim assim. Meio feliz, meio triste. Meio sorridente, meio escondido.
Já não estás cá no mundo connosco, da forma a que estávamos habituados e isso por um lado dá saudades.
Por outro, a verdade é que só podemos sorrir ao lembrarmos tantos episódios teus. Eras mesmo o maior! Ou melhor: ÉS.
Entre tantas memórias que me assolam, lembro infinitamente as vezes em que me acompanhaste ao hospital, quando para variar eu estava "mais para lá do que para cá", entre visitas aos cuidados intensivos e afins.
Na verdade, mesmo ausente com todos os teus compromissos (a maior parte deles para salvar vidas como o grande Comandante de bombeiros que sempre foste) arranjavas sempre forma de surgir mesmo que brevemente, com a tua força.
E bem precisava dela, porque como bem sabes, estive muitas vezes ao longo dos anos "por um triz".
Assim, daqui também te envio aquele abraço que damos e daremos todos os dias da minha vida.
Sabes, hoje os nosso carros velhinhos dos bombeiros participam num desfile (entre tantos passeios por onde andam).
Talvez lá vás, sorridente com a tua farda de gala, orgulhoso da vida que sempre levaste, exemplo vivo do que ainda ÉS.
Beijos do teu Mandinho.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Mês de Junho - Mês do Pai - Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira - 15.10.1955 - Angola
Excerto do seu discurso proferido em 1965 na sessão comemorativa dos 10 anos dos B V de Sá da Bandeira, a propósito da história da sua fundação e dos seus fundadores:
" ...mercê de uma intensa campanha, levada a efeito aos microfones do prestigioso Rádio Clube da Huíla, pelo então chefe dos Serviços de Produção, o nosso bom amigo, exmo Sr. Carlos Pereira Mendes, que à organização dos bombeiros, deu o maior carinho e relevo, criou-se, nesta cidade, em 15 de Outubro de 1955, numa sessão memorável realizada nos Paços do concelho do Lubango, a 1ª comissão organizadora dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira.
Até meados de 1957, com a ajuda dos dedicados senhores José Marques, Capitão António Maria Da Anunciação Telo, Amílcar Ribeiro de Carvalho, Manuel Amâncio da Silva, Avelino dos Santos, Joaquim Ferreira da Silva Junior e tantos outros, procedeu-se à organização da corporação que, com recursos muito limitados, fazia uma vida difícil..."
Temas:
1955,
1965,
Angola,
B V Sá da Bandeira,
Discursos,
Sá da Bandeira/Lubango
sexta-feira, 23 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Comandante António Nunes Vieira - Bombeiros Voluntários de Benguela e Bombeiros Municipais de Santa Cruz - Madeira- 12.01.1944 / 02.05.2014
Recebemos a triste notícia de mais um herói que nos deixa.
Os heróis nunca morrem.
Os heróis nunca morrem.
Comandante António Nunes Vieira - 12.01.1944 / 02.05.2014
Foi
um dos subscritores da escritura de constituição da Associação de
Bombeiros Ultramarinos NABUL, pertencia aos seus Corpos Sociais e era
seu Delegado Representante para a Região Autónoma da Madeira. (1º à direita)
Comandante Armando Cardoso Soares, convidado de Honra dos Bombeiros Municipais de Santa Cruz. — com Antonieta, Lúcia Vieira, Celeste Nicolau e Cmdts. Alves e António Nunes Vieira.
Temas:
Angola,
B V Benguela,
NABUL
domingo, 6 de abril de 2014
Tomada de posse da NABUL - Outubro 27, 2005
Montagem de Fernando Nogueira dos B V do Luso e dos B V de Malange - Angola.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Dia do Pai
Impossível não pensar em ti todo o dia... mas já lá vai.
Já estamos a dia 20. Desafio superado.
Estejas onde estiveres: Feliz Dia do Pai.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Fazer parte da história
Claro está, que o sempre charmoso Comandante de Bombeiros Voluntários na fotografia: é o meu, o nosso Pai.
Acompanhava-o eu, compenetrado no meu papel de caçula, envergando com orgulho a farda que ostentava o símbolo que havia aprendido a idolatrar pelo seu significado. O símbolo dos bombeiros, particularmente os do Dafundo, que são naturalmente os melhores do mundo.
Era sempre um orgulho!
Porque a farda me envaidecia (caramba, era a farda dos bombeiros!), porque o Pai discursava bem, porque o Pai salvava vidas, porque o Pai não ganhava um tostão a fazê-lo.
É verdade que às vezes o via pouco.
É verdade que às vezes tinha medo que morresse.
É verdade que me chateava um pouco quando ele me trocava pelas reuniões dos bombeiros.
É verdade que nem sempre me apetecia estar sozinho e ele não vir brincar comigo.
É verdade que nem sempre entendia se era uma pessoa tão importante, reconhecida por todo o país e mesmo fora dele e se perdia tanto tempo com aquilo, porque é que não era mais rico financeiramente?
Mas também é verdade que partilhar o meu Pai com toda a gente, me ensinou a entender o significado de DAR, na sua plenitude.
De entender que não podemos ser realmente felizes, se não fizermos os outros felizes.
De desde cedo entender, que há um limite ao dinheiro que nos anima e que gastá-lo a ajudar os outros, também nos pode fazer ainda mais felizes.
Os anos passaram. O puto cresceu. Tento como sabes, desde há muito, (mesmo antes de partires), fazer eu o mesmo.
Espero não te estar a desiludir muito, Pai.
ACASO
Armando CArdoso SOares
sábado, 28 de dezembro de 2013
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