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quarta-feira, 11 de março de 2026

114º ANIVERSÁRIO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO DAFUNDO - 11 DE MARÇO

 PARABÉNS.

Presidente da Direção Armando Agria Cardoso Soares e 1º Comandante Carlos Jaime Fonseca Santos

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Comandante Manuel Ângelo Vaz Monteiro Correia - 12.03.1932 - 05.02.2026

Faleceu o Comandante Correia. Comandante dos Bombeiros Voluntários de São Paulo de Luanda e Comandante do Quadro Honorário dos Bombeiros Voluntários do Dafundo.


 


domingo, 21 de junho de 2020

21-06-1926 - Mês de Junho - Mês do PAI

Recordando os Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira / Lubango em Angola que ajudou a fundar em 1955 e permaneceu até 1977.

domingo, 26 de abril de 2020

XIX CONGRESSO DOS BOMBEIROS PORTUGUESES - AVEIRO - 70: MEMÓRIA E LEGADO


Em 2020 passam 50 anos sobre a realização do Congresso Nacional de Bombeiros que, porventura, até hoje, teve mais impacto relativamente a consequências futuras: o célebre Congresso de Aveiro - 70, marcado por ousadas teses, da responsabilidade de uma nova geração de congressistas, visionária, que aspirava a renovação geral do sector.
Subordinado ao tema "Fomento e Valorização do Voluntariado", nele foram lançadas as bases que levaram à institucionalização do Serviço Nacional de Bombeiros. Fê-lo, sábia e distintamente, o saudoso Dr. David Cristo, Presidente da Direcção da Companhia de Salvação Pública "Guilherme Gomes Fernandes", de Aveiro (Bombeiros Novos), mais tarde, Presidente da Mesa dos Congressos da Liga dos Bombeiros Portugueses.
Muito há referir sobre este inspirador Congresso, tentativa arrojada de se combater uma certa erosão do tempo. Por agora, registo este não menos curioso facto histórico:
25 de Abril de 1970 - Marcação do Congresso para o período de 9 a 13 de Setembro do mesmo ano, em reunião entre os Bombeiros do Distrito de Aveiro e a Liga dos Bombeiros Portugueses, representada pelo seu Presidente, António Moura e Silva. A reunião teve lugar na sala das sessões da Câmara Municipal de Aveiro.

Luís Miguel Baptista
IN:https://www.facebook.com/luismiguel.baptista.9?__tn__=%2CdC-R-R&eid=ARArdzI8j7lZHzKSHGIe0venxf5l52MRAlb9zfU98VCz5EM0rbRfQ4G1AFSCevdKIJbHfMk_pHs9LEK8&hc_ref=ARR-pBDTJvtdtsmuHTWjj8FcI_ltqjkVfvqhi1gJvCgZ-0sxeYFAj_PYqFNHvw2nFEY&fref=nf

domingo, 15 de setembro de 2019

F C Lubango - Filial do F C Porto em Sá da Bandeira - Angola - 1947 -1975

Um pouco da história do F C Lubango, onde nosso Pai foi presidente da direção nos anos 60 e presidente da assembleia geral nos anos 70.

segunda-feira, 11 de março de 2019

86º aniversário dos Bombeiros Voluntários do Dafundo - 19-04-1998

Comemorações do 86º aniversário dos Bombeiros Dafundo, e tomada de posse do novo 1º Comandante Carlos Jaime. Aqui umas palavras do recém empossado ao Ajudante de Comando Tó Vieira.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

86º Aniversário dos Bombeiros Voluntários do Dafundo - 19-04-1998

Nas comemorações do 86º aniversário dos Bombeiros Dafundo, o Pai passou ao Quadro Honorário. Aqui o discurso do Presidente do Serviço Nacional de Bombeiros Dr. Rebelo Marinho.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Dia de Aniversário - 21.06

Hoje farias 92 anos. O tempo passa depressa...
Parabéns Pai. Com a tua farda de bombeiro voluntário em Angola. Farda que tinhas orgulho e vaidade em vesti-la. (Foto de 1970 no Congresso dos Bombeiros Portugueses em Aveiro).

segunda-feira, 11 de junho de 2018

III Congresso Angolano de Bombeiros - Sá da Bandeira - Lubango - Agosto de 1967


 https://arquivos.rtp.pt/conteudos/festas-da-cidade-em-sa-da-bandeira/

Link dos arquivos da RTP, onde se pode  ver do minuto 1,43 até ao 6 imagens (sem som) de parte do Congresso, nomeadamente o desfile nas ruas de Sá da Bandeira / Lubango e exercícios no quartel dos bombeiros.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

XXI Congresso dos Bombeiros Portugueses - Lisboa 1974 - Por Luís Miguel Baptista

LISBOA – 74

Os bombeiros de Portugal no alvor da democracia


Pesquisa/Texto: Luís Miguel Baptista

O primeiro congresso dos bombeiros portugueses após o 25 de Abril de 1974 realizou-se num período de todo atípico, isto é, entre 31 de Outubro e 3 de Novembro daquele ano, derivado às transformações saídas da nova ordem política instaurada no país.
Inicialmente prevista para Castelo Branco ou Tomar, a reunião magna acabou por ter lugar na capital, nas instalações da Feira Internacional de Lisboa.
Apesar do carácter apolítico da Instituição-Bombeiros, a situação recém-vigente fez-se repercutir, inevitavelmente, nos trabalhos daquela que veio a ficar marcada como sendo "uma jornada de confraternização do voluntariado e ao mesmo tempo de uma chamada de atenção para os problemas dos bombeiros portugueses".
O último facto da citação ficou bem espelhado na acutilante tese dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, apresentada por David Cristo, presidente da Direcção da Companhia de Salvação Pública "Guilherme Gomes Fernandes", de Aveiro (Bombeiros Novos), subordinada ao tema "Voluntariado: ainda uma esperança – apesar do quase nada que se fez sobre o muito que se disse".
Na verdade, desde 1970, que os responsáveis pelos bombeiros portugueses vinham reclamando, junto do Governo, a criação dum órgão nacional de socorrismo, não vendo satisfeita esta e outras legítimas aspirações.
O quotidiano das vulgarmente designadas "corporações de bombeiros" via-se configurado, na sua esmagadora maioria, num quadro de miserabilismo.
Aliás, a imagem que apresentamos relativa ao desfile de encerramento, onde se destacam, para a altura, incipientes e obsoletas viaturas, traduz o sentido das exigências dos congressistas, tal como "o apetrechamento dos corpos de bombeiros com material suficiente para todas as missões: normalizado, eficiente e sempre actualizado".
Paralelamente, e uma vez consideradas outras necessidades, que não apenas um carro e uma mangueira, o primeiro congresso nacional dos bombeiros, no Portugal democrático, clamou, ainda, inspirado na tese de Aveiro: "a promoção social e pessoal do voluntário, concedendo aos homens e às corporações que servem justas regalias", bem como "estimar o voluntário na sua real valia, garantindo-se-lhe amparo suficiente e, a todos os níveis, condigna representatividade".
Ansiava-se, no fundo, mais do que nunca, pela "verdadeira reestruturação dos bombeiros portugueses", tendo por base os ventos de mudança e os sinais de uma nova sensibilidade governativa perante os problemas do voluntariado.
Por influência directa da Liga dos Bombeiros Portugueses, entretanto organizada em federações distritais, e de uma dinâmica no dirigismo nunca antes vista que veio a despontar, a nível nacional, após o Congresso de Lisboa, o ano de 1979 ficaria consagrado como verdadeira coroa de glória através da institucionalização do Serviço Nacional de Bombeiros (SNB), organismo que, acompanhado de adequada legislação para o sector e agindo no escrupuloso respeito pelo interesse dos bombeiros portugueses e do país, guindou, progressivamente, os corpos de bombeiros a um apreciável patamar de modernidade e eficácia.
A abertura do 21.º Congresso contou com a presença do ministro da Administração Interna, tenente-coronel Manuel da Costa Brás, enquanto o encerramento mereceu a comparência do representante do Presidente da República, general Francisco da Costa Gomes, general Fontes Pereira de Melo, chefe da Casa Militar.
No desfile apeado e motorizado, com percurso ao longo da Avenida da Liberdade, participaram "141 corporações, com 287 viaturas, das quais 174 de combate a incêndios, incluindo uma dezena de auto-tanques, seis auto-escadas, três carros-oficinas, seis viaturas ligeiras especiais e 99 ambulâncias".
Segundo imprensa da época, o público "aclamou vibrantemente" os bombeiros na sua passagem.
O comando do desfile esteve a cargo do comandante eng.º José de Oliveira e Silva, dos Bombeiros Voluntários de Leixões, secretário do Congresso, em representação do vice-presidente do mesmo órgão, comandante eng.º Pedro F. de Albuquerque Barbosa, dos Bombeiros Voluntários Portuenses.
Como curiosidade histórica caracterizadora do momento, por razões conjunturais da política em curso conducente ao termo do colonialismo e também de modo a evitar eventuais problemas num período de natural efervescência, os comandantes em representação dos corpos de bombeiros de Angola foram aconselhados a desfilar envergando a farda azul, ao invés da farda branca desde sempre usada naquele tipo de ocasião. "Se não formos de branco, não vamos!"- responderam, inconformados, os comandantes. "E não foram", recorda o blogue de homenagem ao comandante Armando Cardoso Soares.
Finalmente, de referir que o Congresso de Lisboa elegeu para presidente do então Conselho Administrativo e Técnico da LBP (biénio 1975-1976) o padre Vítor Melícias, presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Lisboa, sucedendo a António Moura e Silva, personalidade de créditos firmados, líder da confederação durante cerca de 20 anos (1955-1975).


Artigo escrito de acordo com a antiga ortografia
Site do NHPM da LBP:
www.lbpmemoria.wix.com/nucleomuseologico

sábado, 15 de abril de 2017

Dia Mundial do Voluntariado - 1990 - CNV - Centro Nacional do Voluntariado

...O Voluntariado é uma força de calor e valor humano que não tem fronteiras. O Voluntariado neste Mundo, também é responsável pela paz e pelo progresso das Nações".