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sábado, 18 de julho de 2026

21 JUNHO 1926 - 2026 - CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO - BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE SÁ DA BANDEIRA - FRASES PROFERIDAS - ANGOLA

O POSTO MÉDICO ESTARÁ ABERTO PARA TODA A GENTE SEM QUALQUER DISTINÇÃO 

"... A inauguração do nosso posto médico e de enfermagem, sonho acalentado há alguns anos, mas só agora tornado uma realidade, tem por fim, como é óbvio, servir a todos quantos o desejarem e dele necessitarem, sem olhar a quem, quer no aspeto de consultas médicas, quer no de tratamentos e outros serviços propriamente de enfermagem."... 

                                                     Presidente Armando Cardoso Soares - 1965



sábado, 11 de julho de 2026

21 JUNHO 1926 - 2026 - CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO - TESTEMUNHO DA SOBRINHA MARIA GABRIELA NÓBREGA LUDOVICE - DÉCADA DE 60 E 70 - SÁ DA BANDEIRA / LUBANGO - ANGOLA

"Lembro-me de tantas vezes dormir em vossa casa, Xinho, no Lubango, e lá está, também ouvia aquela música logo pela manhã, ainda os olhos não se tinham despegado dos sonhos, que surgia de uma aparelhagem na sala. Em casa do Xinho havia música logo pela manhã.

Outra imagem que me faz avivar o teu pai, o meu tio Armando, é a recordação de um quadro grande ao alto na parede da vossa sala de estar, pintado com um bombeiro a retirar uma mulher quase desfalecida por uma janela, de um prédio em chamas. Ficava parada nos meus olhos de garota, a admirá-lo. Sempre me impressionou aquela pintura e sempre a liguei ao teu pai, claro. Também tenho muitas saudades dele, era muito carinhoso para mim, quando me via sorria sempre e chamava-me Bisinha com aquele ar de homem ternurento. A sede dos bombeiros no Lubango, era ao lado da escola 60 e ao pé do jardim escola, lembro-me de andar nos dois e ao ouvir a sirene dos bombeiros, dizer aos meus coleguinhas olha lá vai o tio Cardoso a correr dentro de um daqueles grandes camiões vermelhos. E pela cidade do Lubango, quando havia uma banda de bombeiros ou um desfile importante e eu por acaso ali passava talvez a caminho da escola, conseguia distingui-lo no seu fato branco e "chapéu" de comandante, ou num fato de combate às chamas, acho que cinzento e com um capacete prateado, e como eu era miúda pensava sempre que ele era um herói como o bombeiro do quadro, e não o foi à sua medida? E não o é em muitos corações?
bj Gabriela Ludovice
19 de Janeiro de 2008"

 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

21 JUNHO 1926 - 2026 - CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO - CONGRESSOS BOMBEIROS PORTUGUESES - XVII CONGRESSO - MATOSINHOS - 1966

Foi o primeiro congresso dos Bombeiros Portugueses em que o nosso Pai participou, ainda como Presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira.

sexta-feira, 3 de julho de 2026

21 JUNHO 1926 - 2026 - CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO - FACTOS - BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS - CONSTRUÇÃO DE QUARTÉIS

O nosso pai fundou os Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira, no Lubango, Angola, em 1955.

Foi dirigente, Presidente da Direção, 2.º e 1.º Comandante até 1977. 

Nos Bombeiros do Dafundo, foi Presidente da Direção de 1979 até 2007 e 1.º Comandante de 1979 até 1998, passando depois para o Quadro Honorário até dezembro de 2007, ano da sua morte.

Em comum entre estes dois marcos, para além da sua entrega total, do voluntariado e da paixão incondicional pela causa, existe a construção de dois quartéis. 

Em Angola, em Sá da Bandeira (hoje Lubango), a criação da Associação Humanitária começou do zero, em edifícios cedidos e separados. A partir do final dos anos 60, com a passagem definitiva dos edifícios e terrenos para os Bombeiros, foi possível iniciar o projeto e a respetiva construção. 

Em Portugal, foi convidado para 1.º Comandante dos Bombeiros Voluntários do Dafundo. As instalações eram exíguas, com a saída dos veículos do quartel a fazer-se diretamente para a Estrada Marginal. Em 1986, o Presidente da Câmara de Oeiras, Dr. Isaltino Morais, anunciou, no 74.º aniversário da Associação, a concessão de terrenos para a construção do novo quartel. Em 1996, é inaugurado o novo quartel com pompa e circunstância, contando com a presença do Ministro da Administração Interna.

CONCLUSÃO: Depois de arrumar a "casa", o nosso pai conseguiu, através da sua influência e da sua maneira de ser, impulsionar a construção de quartéis. Este feito deveu-se, sobretudo, ao trabalho que demonstrou, à sua competência e ao seu forte desejo de dar condições dignas a quem tem por lema "VIDA POR VIDA". 

Infelizmente, não conseguiu ver terminado o seu sonho no Lubango, Angola — aquele que seria, segundo os entendidos da época, um dos melhores quartéis de África. Por outro lado, concluiu com sucesso o quartel dos Bombeiros do Dafundo e a sua respetiva ampliação que, passados 20 anos, continua a ser um quartel de referência em todo o país. As suas lágrimas no dia da inauguração eram também um pensamento dedicado ao Lubango, terra que o acolheu no início dos anos 50 e com a qual criou laços de profundo amor.


BOMBEIROS DE SÁ DA BANDEIRA

Em 1969, é lançada a 1ª pedra:



Em 1975, o aspeto da construção era este:




Com a guerra civil instalada, ainda antes da independência em 11.11.1975, a obra parou e o nosso Pai por motivos de segurança voltou para Portugal em 1977.


BOMBEIROS DO DAFUNDO

Aspeto das suas instalações no início dos anos 80



1986

1996

1º Comandante Armando Soares, 2º Comandante Carlos Jaime e Ajudante Comando António Vieira

2001

quarta-feira, 24 de junho de 2026

21 JUNHO 1926 - 2026 - CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO - RECORDAÇÕES DO S.JOÃO - BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE SÁ DA BANDEIRA - ANGOLA

Recordo-me de várias festas de S. João realizadas nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira. Nomeadamente saltar a fogueira.
Mas recordo-me em especial uma (em 1973 ou 74), onde se comeu e se bebeu muito. Foi de tal forma, que até hoje esse sumo nunca mais o bebi.
 

sexta-feira, 10 de abril de 2026

BOMBEIRO DE 3ª CLASSE - JOÃO MIGUEL DIAS - BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE SÁ DA BANDEIRA - ANGOLA

FOTO DE AGOSTO DE 1967
 

Fotografias cedidas pelo seu sobrinho, o Macongino Júlio Brigas Dias ao site https://www.reinodemaconge.com/photos

quinta-feira, 19 de março de 2026

DIA DO PAI


Uma bela foto de 1974 nos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira - Angola. 

terça-feira, 17 de março de 2026

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Comandante Manuel Ângelo Vaz Monteiro Correia - 12.03.1932 - 05.02.2026

Faleceu o Comandante Correia. Comandante dos Bombeiros Voluntários de São Paulo de Luanda e Comandante do Quadro Honorário dos Bombeiros Voluntários do Dafundo.


 


domingo, 21 de junho de 2020

21-06-1926 - Mês de Junho - Mês do PAI

Recordando os Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira / Lubango em Angola que ajudou a fundar em 1955 e permaneceu até 1977.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Dia de Aniversário - 21.06

Hoje farias 92 anos. O tempo passa depressa...
Parabéns Pai. Com a tua farda de bombeiro voluntário em Angola. Farda que tinhas orgulho e vaidade em vesti-la. (Foto de 1970 no Congresso dos Bombeiros Portugueses em Aveiro).

segunda-feira, 11 de junho de 2018

III Congresso Angolano de Bombeiros - Sá da Bandeira - Lubango - Agosto de 1967


 https://arquivos.rtp.pt/conteudos/festas-da-cidade-em-sa-da-bandeira/

Link dos arquivos da RTP, onde se pode  ver do minuto 1,43 até ao 6 imagens (sem som) de parte do Congresso, nomeadamente o desfile nas ruas de Sá da Bandeira / Lubango e exercícios no quartel dos bombeiros.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

XXI Congresso dos Bombeiros Portugueses - Lisboa 1974 - Por Luís Miguel Baptista

LISBOA – 74

Os bombeiros de Portugal no alvor da democracia


Pesquisa/Texto: Luís Miguel Baptista

O primeiro congresso dos bombeiros portugueses após o 25 de Abril de 1974 realizou-se num período de todo atípico, isto é, entre 31 de Outubro e 3 de Novembro daquele ano, derivado às transformações saídas da nova ordem política instaurada no país.
Inicialmente prevista para Castelo Branco ou Tomar, a reunião magna acabou por ter lugar na capital, nas instalações da Feira Internacional de Lisboa.
Apesar do carácter apolítico da Instituição-Bombeiros, a situação recém-vigente fez-se repercutir, inevitavelmente, nos trabalhos daquela que veio a ficar marcada como sendo "uma jornada de confraternização do voluntariado e ao mesmo tempo de uma chamada de atenção para os problemas dos bombeiros portugueses".
O último facto da citação ficou bem espelhado na acutilante tese dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, apresentada por David Cristo, presidente da Direcção da Companhia de Salvação Pública "Guilherme Gomes Fernandes", de Aveiro (Bombeiros Novos), subordinada ao tema "Voluntariado: ainda uma esperança – apesar do quase nada que se fez sobre o muito que se disse".
Na verdade, desde 1970, que os responsáveis pelos bombeiros portugueses vinham reclamando, junto do Governo, a criação dum órgão nacional de socorrismo, não vendo satisfeita esta e outras legítimas aspirações.
O quotidiano das vulgarmente designadas "corporações de bombeiros" via-se configurado, na sua esmagadora maioria, num quadro de miserabilismo.
Aliás, a imagem que apresentamos relativa ao desfile de encerramento, onde se destacam, para a altura, incipientes e obsoletas viaturas, traduz o sentido das exigências dos congressistas, tal como "o apetrechamento dos corpos de bombeiros com material suficiente para todas as missões: normalizado, eficiente e sempre actualizado".
Paralelamente, e uma vez consideradas outras necessidades, que não apenas um carro e uma mangueira, o primeiro congresso nacional dos bombeiros, no Portugal democrático, clamou, ainda, inspirado na tese de Aveiro: "a promoção social e pessoal do voluntário, concedendo aos homens e às corporações que servem justas regalias", bem como "estimar o voluntário na sua real valia, garantindo-se-lhe amparo suficiente e, a todos os níveis, condigna representatividade".
Ansiava-se, no fundo, mais do que nunca, pela "verdadeira reestruturação dos bombeiros portugueses", tendo por base os ventos de mudança e os sinais de uma nova sensibilidade governativa perante os problemas do voluntariado.
Por influência directa da Liga dos Bombeiros Portugueses, entretanto organizada em federações distritais, e de uma dinâmica no dirigismo nunca antes vista que veio a despontar, a nível nacional, após o Congresso de Lisboa, o ano de 1979 ficaria consagrado como verdadeira coroa de glória através da institucionalização do Serviço Nacional de Bombeiros (SNB), organismo que, acompanhado de adequada legislação para o sector e agindo no escrupuloso respeito pelo interesse dos bombeiros portugueses e do país, guindou, progressivamente, os corpos de bombeiros a um apreciável patamar de modernidade e eficácia.
A abertura do 21.º Congresso contou com a presença do ministro da Administração Interna, tenente-coronel Manuel da Costa Brás, enquanto o encerramento mereceu a comparência do representante do Presidente da República, general Francisco da Costa Gomes, general Fontes Pereira de Melo, chefe da Casa Militar.
No desfile apeado e motorizado, com percurso ao longo da Avenida da Liberdade, participaram "141 corporações, com 287 viaturas, das quais 174 de combate a incêndios, incluindo uma dezena de auto-tanques, seis auto-escadas, três carros-oficinas, seis viaturas ligeiras especiais e 99 ambulâncias".
Segundo imprensa da época, o público "aclamou vibrantemente" os bombeiros na sua passagem.
O comando do desfile esteve a cargo do comandante eng.º José de Oliveira e Silva, dos Bombeiros Voluntários de Leixões, secretário do Congresso, em representação do vice-presidente do mesmo órgão, comandante eng.º Pedro F. de Albuquerque Barbosa, dos Bombeiros Voluntários Portuenses.
Como curiosidade histórica caracterizadora do momento, por razões conjunturais da política em curso conducente ao termo do colonialismo e também de modo a evitar eventuais problemas num período de natural efervescência, os comandantes em representação dos corpos de bombeiros de Angola foram aconselhados a desfilar envergando a farda azul, ao invés da farda branca desde sempre usada naquele tipo de ocasião. "Se não formos de branco, não vamos!"- responderam, inconformados, os comandantes. "E não foram", recorda o blogue de homenagem ao comandante Armando Cardoso Soares.
Finalmente, de referir que o Congresso de Lisboa elegeu para presidente do então Conselho Administrativo e Técnico da LBP (biénio 1975-1976) o padre Vítor Melícias, presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Lisboa, sucedendo a António Moura e Silva, personalidade de créditos firmados, líder da confederação durante cerca de 20 anos (1955-1975).


Artigo escrito de acordo com a antiga ortografia
Site do NHPM da LBP:
www.lbpmemoria.wix.com/nucleomuseologico

domingo, 21 de junho de 2015

Mês de Junho - Mês do Pai - 21 de Junho - Parabéns

Farias 89 anos.
Recuemos a 1955 que foi o início da tua ligação aos bombeiros até ires para outro lado incerto. 

terça-feira, 3 de junho de 2014

Mês de Junho - Mês do Pai - Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira - 15.10.1955 - Angola

Excerto do seu discurso proferido em 1965 na sessão comemorativa dos 10 anos dos B V de Sá da Bandeira, a propósito da história da sua fundação e dos seus fundadores:
" ...mercê de uma intensa campanha, levada a efeito aos microfones do prestigioso Rádio Clube da Huíla, pelo então chefe dos Serviços de Produção, o nosso bom amigo, exmo Sr. Carlos Pereira Mendes, que à organização dos bombeiros, deu o maior carinho e relevo, criou-se, nesta cidade, em 15 de Outubro de 1955, numa sessão memorável realizada nos Paços do concelho do Lubango, a 1ª comissão organizadora dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira.
Até meados de 1957, com a ajuda dos dedicados senhores José Marques, Capitão António Maria Da Anunciação Telo, Amílcar Ribeiro de Carvalho, Manuel Amâncio da Silva, Avelino dos Santos, Joaquim Ferreira da Silva Junior e tantos outros, procedeu-se à organização da corporação que, com recursos muito limitados, fazia uma vida difícil..."

terça-feira, 20 de maio de 2014

D. Eurico Dias Nogueira - Bispo do Lubango / Angola (1972 a 1977) - 1921 / 2014

Já aqui tinha falado de D.Eurico a propósito do reencontro com o Pai em 2006, em Braga. Tinham consideração um pelo outro.
A foto é de 1976 no Lubango.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mês de Junho - Mês do Pai - Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira / Lubango - Angola - 1974

Não temos muitas fotografias a cores dos Bombeiros de Sá da Bandeira. Temos esta e fui eu que a tirei.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Divulgação do Arquivo Histórico da Liga dos Bombeiros Portugueses - Boné do Comandante Armando Cardoso Soares Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira (Angola)

Boné do Comandante Armando Cardoso Soares
Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira - Angola 
Armando Cardoso Soares (1926-2007) - Comandante dos Voluntários de Sá da Bandeira, os quais co-fundou a  15 de Outubro de 1955. Em períodos distintos, fez parte dos órgãos sociais da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP),  tendo ainda exercido as funções de Delegado da mesma, nos  anos 60 e 70, na então colónia de Angola. Mais tarde, já como Comandante e também Presidente dos Bombeiros Voluntários do Dafundo, foi Chefe de Redacção e Administrador-Delegado do jornal "Bombeiros de Portugal" e Assessor da presidência da Confederação.
Peça oferecida pelo próprio, à LBP, para exposição no Museu Júlio Cardoso.

In http://lbpmemoria.wix.com/nucleomuseologico#!documento-da-semana


terça-feira, 5 de junho de 2012

Mês de Junho - Mês do Pai

Mais um Junho a passar nas nossas vidas. Tenho dedicado, desde o início da construção deste blogue este mês de Junho ( mês do seu nascimento) a outros aspetos da sua atividade ligada aos bombeiros e também à  sua vida familiar.
Esta foto tem a duas vertentes. Foi tirada em 1996, em Algés, por ocasião de um almoço oferecido ao Pai pelos bombeiros de Angola orgulhosos pela sua condecoração do crachá de ouro. Participei neste almoço, como a foto documenta (sou o cameraman), e estive com alguns bombeiros de Sá da Bandeira que já não via há bastante tempo e também com a simpática Maria João que trabalhava na secretaria dos bombeiros.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

XVIII Congresso dos Bombeiros Portugueses - Lisboa 1968

O nosso Pai não esteve presente neste congresso, mas a A H dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira foi representada pelo Comandante Correia dos Voluntários de S.Paulo de Luanda.
As fotos foram gentilmente cedidas pelo Comandante Manuel Correia.
À frente: Comandante B V S.Paulo de Luanda, Comandante Corpo de Salvação Pública Luanda, Comandante B V Nova Lisboa e Comandante B V Moçâmedes.


A lista completa dos Corpos Gerentes eleitos para a  Liga dos Bombeiros Portugueses foi gentilmente cedida pelo amigo Luís Miguel Baptista.
Os Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira (representada pelo nosso Pai) foram eleitos como suplentes do Concelho Fiscal.