terça-feira, 6 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Centenário dos Bombeiros Voluntários do Dafundo
Dia Internacional da Proteção Civil em Oeiras
Exercício de Abalo Sísmico em Escola
A Câmara Municipal de Oeiras, no Dia Internacional da Proteção Civil,
associou-se às comemorações do centenário dos Bombeiros Voluntários do
Dafundo, participando no Exercício de Abalo Sísmico que teve lugar, dia 1 de Março, às 14H32, no Agrupamento Escolar Zarco, localizado na Rua Quirino da Fonseca, na Cruz Quebrada – Dafundo.
O teatro das operações possui uma população-alvo de 550 alunos, 70
professores, 18 assistentes operacionais e seis assistentes
administrativas.
O objectivo deste simulacro é o de testar a capacidade de resposta e
de coordenação dos agentes de proteção civil do Concelho, nomeadamente
deste Corpo de Bombeiros, para este tipo de incidente, bem como alertar e
sensibilizar a população escolar para a necessidade da implementação de
uma cultura de prevenção e segurança.
O Exercício contou com a participação dos BV Dafundo, e demais
corporações do Concelho, da Proteção Civil Municipal, da Policia
Municipal, do INEM, da PSP Miraflores, do SMAS Oeiras e Amadora, do
Piquete do Gás e do Piquete da EDP. No terreno estiveram no total 55
elementos.
A operacionalidade e eficácia da missão fica na dependência direta do Comandante do Corpo de Bombeiros Voluntários do Dafundo, Carlos Jaime Santos.
In " http://www.cm-oeiras.pt/noticias/Paginas/ExerciciodeAbaloSismicoemEscola.aspx "
Temas:
B V Dafundo,
Centenário BVDafundo
sexta-feira, 2 de março de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Homenagem a António Moura e Silva - Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses de 8.1.1955 a 24.1.1975
BREVE BIOGRAFIA DE ANTÓNIO MOURA E SILVA - (1914-2006)
Filho de João Joaquim da Silva, natural do lugar de Valbom freguesia de Maçãs de Caminho, concelho de Alvaiázere e de Elvira de Moura e Silva, natural da freguesia e concelho de Alvaiázere.
O pai era estabelecido no concelho, com o ramo de solas e cabedais e mais tarde também com sapataria. Pessoa sempre muito respeitada e visitada, pelas pessoas mais gradas do concelho, que ali conversavam e trocavam impressões num ambiente de amizade e de respeito mútuo. Perdeu a vida aos 41 anos de idade, em 28 de Fevereiro de 1942, o que levou Moura e Silva a assumir aos 16 anos a gerência dos negócios do seu pai, dado que nem a mãe e a irmã Benilde de Moura e Silva de Castro Rosa, estavam em condições de o fazer. Conciliou essa responsabilidade com os estudos, pois encontrava-se a frequentar o 5º ano do liceu Passos Manuel em Lisboa.
A sua dedicação pelos Bombeiros nasceu, pelo facto de dois elementos – um de Comando e outro dos Corpos Directivos, terem ido à sua casa lamentar a perda de seu pai e terem confessado que lhe deviam 9.000$00, que eles lhes haviam pedido emprestado para a compra de uma bomba Magirus. E foi esse acto de honestidade que o levou a interessar-se por aquela causa, tendo ocupado mais tarde o lugar de Presidente da Direcção.
Esteve na Direcção do Boletim da Liga dos Bombeiros Portugueses. Posteriormente foi eleito Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, tendo conseguido com os seus colegas da Direcção que se realizasse em Lisboa um Congresso Mundial do Fogo, em que participaram todos os países da Cortina de Ferro, a forma como decorreu este congresso levou o governo, então em vigor, a distinguir a Direcção da Liga com o grau de Cavaleiros da Ordem da Benemerência e atribuindo-lhe o grau de oficial daquela mesma Ordem.
Ainda ocupando o lugar de Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses foi eleito Vice-Presidente do Comité Técnico e Internacional do Fogo, foi designado pelo Presidente daquele organismo a deslocar-se ao Brasil e a representá-lo na presidência do 1º Congresso Latino –Americano dos Bombeiros, tendo sido Presidente Honorário daquele organismo.
No final do ano 1974 renunciou ao cargo, tendo sido substituído pelo Reverendo Padre Dr. Victor Milícias.
Em 1982, foi solicitado para ocupar a direcção do Jornal Bombeiros de Portugal, cargo que ocupou até ao momento da sua morte.
Filho de João Joaquim da Silva, natural do lugar de Valbom freguesia de Maçãs de Caminho, concelho de Alvaiázere e de Elvira de Moura e Silva, natural da freguesia e concelho de Alvaiázere.
O pai era estabelecido no concelho, com o ramo de solas e cabedais e mais tarde também com sapataria. Pessoa sempre muito respeitada e visitada, pelas pessoas mais gradas do concelho, que ali conversavam e trocavam impressões num ambiente de amizade e de respeito mútuo. Perdeu a vida aos 41 anos de idade, em 28 de Fevereiro de 1942, o que levou Moura e Silva a assumir aos 16 anos a gerência dos negócios do seu pai, dado que nem a mãe e a irmã Benilde de Moura e Silva de Castro Rosa, estavam em condições de o fazer. Conciliou essa responsabilidade com os estudos, pois encontrava-se a frequentar o 5º ano do liceu Passos Manuel em Lisboa.
A sua dedicação pelos Bombeiros nasceu, pelo facto de dois elementos – um de Comando e outro dos Corpos Directivos, terem ido à sua casa lamentar a perda de seu pai e terem confessado que lhe deviam 9.000$00, que eles lhes haviam pedido emprestado para a compra de uma bomba Magirus. E foi esse acto de honestidade que o levou a interessar-se por aquela causa, tendo ocupado mais tarde o lugar de Presidente da Direcção.
Esteve na Direcção do Boletim da Liga dos Bombeiros Portugueses. Posteriormente foi eleito Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, tendo conseguido com os seus colegas da Direcção que se realizasse em Lisboa um Congresso Mundial do Fogo, em que participaram todos os países da Cortina de Ferro, a forma como decorreu este congresso levou o governo, então em vigor, a distinguir a Direcção da Liga com o grau de Cavaleiros da Ordem da Benemerência e atribuindo-lhe o grau de oficial daquela mesma Ordem.
Ainda ocupando o lugar de Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses foi eleito Vice-Presidente do Comité Técnico e Internacional do Fogo, foi designado pelo Presidente daquele organismo a deslocar-se ao Brasil e a representá-lo na presidência do 1º Congresso Latino –Americano dos Bombeiros, tendo sido Presidente Honorário daquele organismo.
No final do ano 1974 renunciou ao cargo, tendo sido substituído pelo Reverendo Padre Dr. Victor Milícias.
Em 1982, foi solicitado para ocupar a direcção do Jornal Bombeiros de Portugal, cargo que ocupou até ao momento da sua morte.
Temas:
Homenagem,
Liga dos Bombeiros
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Congresso Angolano de Bombeiros Voluntários - Malange - Angola - 1973
Fotos gentimente cedidas pelo Comandante Manuel Correia, excepto a última que retirei da net da autoria de Henrique Oliveira.
Presidente da Direcção dos
B.V.de Malanje discursando, o Capitão Quiñones de Magalhães, Comandante
Militar, o Bispo de Malanje e à esquerda o Ajudante Diamantino Couceiro dos B.V.S.Paulo de Luanda com seu filho, Mascote da Corporação.
Como porta-estandarte, o Chefe Ventura dos B.V. de S. Paulo de Luanda.
O desfile com destaque para os Bombeiros de .S.Paulo de Luanda e viaturas
da mesma Corporação e dos B.V.de Moçâmedes. Esteve presente o Presidente
da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Moura e Silva e era
Comandante da Corporação Firmino Gaspar Brinco. Fizeram-se representar
as Corporações de Bombeiros Voluntários de Moçâmedes,
Benguela, Lobito, Nova Lisboa, Sá da Bandeira e S.Paulo da Luanda.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
XVIII Congresso dos Bombeiros Portugueses - Lisboa 1968
O nosso Pai não esteve presente neste congresso, mas a A H dos Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira foi representada pelo Comandante Correia dos Voluntários de S.Paulo de Luanda.
As fotos foram gentilmente cedidas pelo Comandante Manuel Correia.
À frente: Comandante B V S.Paulo de Luanda, Comandante Corpo de Salvação Pública Luanda, Comandante B V Nova Lisboa e Comandante B V Moçâmedes.
A lista completa dos Corpos Gerentes eleitos para a Liga dos Bombeiros Portugueses foi gentilmente cedida pelo amigo Luís Miguel Baptista.
Os Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira (representada pelo nosso Pai) foram eleitos como suplentes do Concelho Fiscal.
A lista completa dos Corpos Gerentes eleitos para a Liga dos Bombeiros Portugueses foi gentilmente cedida pelo amigo Luís Miguel Baptista.
Os Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira (representada pelo nosso Pai) foram eleitos como suplentes do Concelho Fiscal.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
José Orlando Gomes da Rocha - Bombeiros Voluntários de Sá da Bandeira
Mais um valoroso Bombeiro dos Voluntários de Sá da Bandeira, José Orlando Gomes da Rocha, conhecido por Orlando, com quem estive no verão passado juntamente com outro bombeiro, Arnaldo. Encontro combinado com o seu filho João Peres, também bombeiro (cadete) e que me enviou a segunda foto.
Temas:
1969,
1972,
B V Sá da Bandeira
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
XXI Congresso dos Bombeiros Portugueses - Lisboa - 1974
O Pai e o Comandante Manuel Correia dos Voluntários de S.Paulo de Luanda. Á esquerda o Ministro da Administração Interna, Manuel da Costa Braz.
Fotos gentilmente cedidas pelo Comandante Manuel Correia
Os Comandantes de Angola não estiveram presentes no desfile de encerramento do Congresso, dado que como se estava no início do PREC, o Padre Dr. Vítor Melícias na altura Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, aconselhou-os a não desfilarem de branco para evitar qualquer tipo de desentendimentos.
Ao que foi respondido: se não formos de branco, não vamos! E não foram...
Fotos gentilmente cedidas pelo Comandante Manuel Correia
Temas:
1974,
Congresso Lisboa 1974,
Filatelia
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