
Ao ler este "último post" do meu querido irmão "Xinho", não consegui deixar de me inspirar para este que agora coloco.
E é exactamente sobre a transversalidade do voluntariado, da missão que o pai abraçou enquanto esteve fisicamente entre nós.
Isso recoloca-me entre pensamentos que tenho tido sobre o meu próprio papel "entre nós, por cá".
A minha paixão pela música (tanta que é, que não posso viver dela, precisamente porque para isso teria que fazer "cedências" - assim é quando de uma profissão se trata, daquela que nos sustenta ao fim de cada mês - e para essas não estou eu disposto naquilo que mais amo na vida), é muito derivada de na arte conseguimos juntar "todos". Brancos, pretos, de esquerda ou de direita, católicos, agnósticos ou satânicos.
E pensando no Pai e na obra que ora nos deixa e no pensamento que cultivou, vamos de encontro à nobreza da missão de não excluindo absolutamente ninguém, "fazer o bem sem olhar a quem".
Que de mais puro existe que oferecermos a nossa vida sem ponderação e sem questionar, a quem possamos pura e simplesmente nem sequer conhecer?
De facto abraçar uma causa dessas anos a fio, a todos tratando como camaradas por igual é uma imagem inspiradora.
Experimentei diversas vezes essa sensação, não na política mas através da música. Na construção de uma frase rítmica, na execução de um solo, num concerto. Não sacrificando a vida obviamente, mas em simbiose com o cosmos.
E quando tocamos verdadeiramente TODOS, aí sim a sensação é sublime!
Dá que pensar...
E é exactamente sobre a transversalidade do voluntariado, da missão que o pai abraçou enquanto esteve fisicamente entre nós.
Isso recoloca-me entre pensamentos que tenho tido sobre o meu próprio papel "entre nós, por cá".
A minha paixão pela música (tanta que é, que não posso viver dela, precisamente porque para isso teria que fazer "cedências" - assim é quando de uma profissão se trata, daquela que nos sustenta ao fim de cada mês - e para essas não estou eu disposto naquilo que mais amo na vida), é muito derivada de na arte conseguimos juntar "todos". Brancos, pretos, de esquerda ou de direita, católicos, agnósticos ou satânicos.
E pensando no Pai e na obra que ora nos deixa e no pensamento que cultivou, vamos de encontro à nobreza da missão de não excluindo absolutamente ninguém, "fazer o bem sem olhar a quem".
Que de mais puro existe que oferecermos a nossa vida sem ponderação e sem questionar, a quem possamos pura e simplesmente nem sequer conhecer?
De facto abraçar uma causa dessas anos a fio, a todos tratando como camaradas por igual é uma imagem inspiradora.
Experimentei diversas vezes essa sensação, não na política mas através da música. Na construção de uma frase rítmica, na execução de um solo, num concerto. Não sacrificando a vida obviamente, mas em simbiose com o cosmos.
E quando tocamos verdadeiramente TODOS, aí sim a sensação é sublime!
Dá que pensar...
Publicada por Mandinho ter 05-02-2008 0:53
2 comentários:
Em utopia, devíamos ter uma amigo em cada pessoa, fosse quem fosse. Mas não é assim. Muitas vezes aqueles que nos viram as costas, são nossos "amigos", pertencem ao nosso grupo (seja ele qual for).
Mas, Mandinho, não te esqueças que o Pai abdicou de várias coisas, para se dedicar ao voluntariado, quase a tempo inteiro.
Na vida temos de fazer opções, ir de encontro às nossas paixões, fazer cedências(a nós próprios e àqueles que nos amam) e tentar ser feliz.
Faças o que fizeres tenta ser feliz e se precisares de mim, grita.
Pois é, partilho aqui da opinião do nosso mano Xinho. Será que te estás a esquecer de ti?
Pondera,faz opções, sê feliz...
Os dias passam velozes, sabias? Aproveita-os ao máximo, mas não o faças sozinho.
Já agora, se precisares de mim, dá um sinal.
Beijos
Didiu
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